Em maio de 2025, após o interinato de Mariano Herrón e a eliminação no Apertura diante do Independiente, Miguel Russo foi escolhido para comandar o Boca no Mundial de Clubes. Em uma de suas primeiras conversas com Juan Román Riquelme, o treinador apresentou uma lista de reforços para o torneio nos Estados Unidos, incluindo um volante polivalente e três extremos colombianos. Entre os jogadores avaliados estavam Jáminton Campaz, do Rosario Central, Jhon Córdoba, do Millonarios, e Marino Hinestroza, do Atlético Nacional. Após várias semanas de negociações, o clube acertou a contratação do atacante de 23 anos por 5.000.000 de dólares.
Marino Hinestroza cresceu em um bairro perigoso de Cali, sendo um típico ponta colombiano, ágil e habilidoso. Com passagens por diversos clubes, seu destaque veio em Atlético Nacional, onde marcou oito gols em 45 jogos. Apesar de uma infância difícil, ele realizou seu sonho de jogar no Boca, clube pelo qual é torcedor.
Hinestroza chega ao Boca para ser titular e se encaixar no esquema tático desejado pelo técnico, que busca maior profundidade no elenco. Com sua contratação concretizada, o clube também busca renovar o contrato de Exequiel Zeballos para reforçar o elenco antes do início da temporada.