Racing goleou Riestra pela Copa Argentina e… será rival de River e Salas?

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As eliminações do Boca, Independiente e San Lorenzo, nas mãos do Atlético Tucumán, Belgrano e Tigre, respectivamente, faziam soar sinais de alerta para o Racing de Gustavo Costas, que se concentrava no confronto com o Deportivo Riestra, pelas oitavas de final da Copa Argentina, com vários pontos de preocupação: as ausências de alguns pilares, o fraco nível de jogo exibido ultimamente e, também, as complicações adicionais que sempre significaram enfrentar as equipes que lhe cederam a posse de bola e recuaram para esperar por ele. Estudiantes, Barracas Central e Platense, os três últimos adversários que o haviam derrotado este ano (todos por 1 a 0 e em Avellaneda), haviam executado o mesmo plano. Com os matizes – e qualidades de elenco – de cada caso, as três equipes propuseram atrito na zona do meio-campo, desdobraram seus atacantes para ajudar na recuperação, fecharam espaços entre as linhas para reduzir qualquer brecha pela qual a bola pudesse passar e prevaleceram no jogo aéreo. Em tais circunstâncias, a Academia havia claudicado sempre. Os tropeços, além disso, tiveram um denominador comum que se tornava um agravante: mal chutou ao gol nos 270 minutos acumulados contra o Calamar, o Guapo e o Pincha. A falta de criatividade, transformada em padrão, obrigava o campeão da Copa Sul-Americana e da Recopa a mudar a imagem – e se reinventar, na medida do possível – diante do Riestra, de presente ressonante nesta temporada, na qual aspira a se classificar para uma competição internacional pela primeira vez em sua história.

Alex Barsa

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